Eu e a porteira

La no ranchinho, sentado na porteira, vejo A sexta hora chegar...Já começa escurecer e o iambú começa Cantar...Leia mais!

Ferro frio

Há quanto tempo você vem batendo em ferro frio? Às vezes você tem pelejado com algo em sua .Leia mais...

Olhai os lírios do campo

O verão vem chegando, as folhas caem... O vento sussurra a esperança se vai...Leia mais...

Pirncipe e princesa

Um príncipe casou, muitos foram ver e outros o criticou... A quantas andaria o amor?Leia mais...

Será que vou conseguir?

Na vida, às vezes passamos por problemas Que julgamos não poder mais prosseguir... É como se estivéssemos diante de uma porta Que fosse muito pequena...Leia mais...

O infinito

Uma amiga me pediu para escrever uma poesia Usando o infinito... Mais o que seria o infinito?Leia mais...

O infinito

Se todos te quisessem como eu Você seria a pessoa mais querida do mundo... Se todos te amassem como eu Você seria uma deusa... Se todos te adorassem como eu Você seria minha para sempre... Leia mais...

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Paulo Franco — Escritor, Poeta e Cronista | Biografia Oficial

 


BIOGRAFIA OFICIAL — PAULO FRANCO

“O Shakespeare de Uberlândia”

Paulo Franco, nome artístico de Paulo César Franco de Andrade, é escritor, poeta, cronista e ensaísta brasileiro, reconhecido nacionalmente por sua intensa e prolífica produção literária, marcada pela profundidade humana, reflexão existencial e crítica social.

Autor de mais de 60 livros publicados, transita por diversos gêneros, incluindo poesia, autoajuda, espiritualidade, ensaio reflexivo e ficção literária, com obras distribuídas em formatos impresso, capa dura e e-book. Sua escrita aborda temas como espiritualidade, relações humanas, saúde pública, cidadania, política, educação, comportamento social e consciência coletiva.

Em 2022, teve sua trajetória destacada pelo jornal Folha de S.Paulo, que lhe atribuiu o título simbólico de “Shakespeare de Uberlândia”, em reconhecimento ao estilo intenso, à constância produtiva e ao alcance emocional de sua obra, consolidando seu nome no cenário cultural brasileiro.

Atua como colunista no jornal Gazeta do Triângulo, na coluna Poesias & Autoajuda, e no portal Paranaíba Mais, na coluna Ponto de Vista, onde publica textos voltados à análise crítica da realidade social, reflexão filosófica e temas de interesse coletivo.

Em 2005, recebeu o Prêmio Dr. Zezinho Bonifácio, concedido pela Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), em reconhecimento à sua conduta acadêmica exemplar, dedicação aos estudos e compromisso com a formação intelectual.

Sua trajetória também foi retratada em reportagens, entrevistas e homenagens em veículos de comunicação, incluindo o SBT – Programa Chumbo Grosso e o portal V9 da TV Vitoriosa, ampliando o alcance público de sua obra e fortalecendo seu legado cultural.

Defensor do conhecimento livre, da educação transformadora e da literatura como ferramenta de libertação intelectual, Paulo Franco acredita no poder da palavra como instrumento de consciência, empatia, justiça social e evolução humana.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

A AMIZADE

 


A AMIZADE



Se a amizade é um tesouro,

brilha mais que o ouro no chão,

é feita de gestos sinceros,

de afeto, cuidado e perdão.


É porto seguro nas dores,

é festa nas horas de sol,

é laço que nunca se perde,

é riso que embala o anzol.


Se és parte da minha fortuna,

sou rico por ter tua mão,

teu ombro, teu riso, teu tempo,

teu jeito de estender o coração.


Obrigado por ser companhia,

na calmaria ou na ventania,

amizade assim é riqueza

que o tempo jamais silencia. Paulo Franco.

sábado, 20 de setembro de 2025

A Lâmpada acesa

 

A Lâmpada acesa


Uma lâmpada acesa durante o dia

pode passar despercebida,

ninguém nota seu brilho,

ninguém agradece sua luz.


Mas basta a noite cair…

basta a escuridão tomar conta do caminho,

e lá está ela — firme, simples, acesa —

guiando passos que nem sabe de quem são.


Assim é a bondade,

assim é a fé,

assim é aquele que ama em silêncio

e ilumina mesmo sem aplauso ou plateia.


Tem gente que só brilha quando tudo é claro…

mas há outros que, como a lâmpada esquecida,

só mostram sua força

quando o mundo precisa de luz.


E nesse momento, meu irmão,

não importa o tamanho da lâmpada,

nem o lugar onde ela foi colocada.

O que importa é que ela cumpre seu propósito:

clarear.


Porque ser luz não é aparecer.

É servir.

E mesmo que ninguém veja,

Deus vê. Paulo Franco.


segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Amanheceu aqui na fazenda.


 

Amanheceu aqui na fazenda.


O gado chegou ontem, cansado da estrada, mas firme.

Todos já estão no curral, prontos pra lida.

O galo cantou antes do sol, como quem avisa: “é hora!”


As novilhas, novatas na vida,

esperam seu primeiro leite com um olhar manso.

A outra parte... ah, essa vai pra você,

caminhoneiro que escuto passar na estrada vermelha,

aguardando um queijinho fresco, um pãozinho macio

e aquele cafezinho passado na hora!


Ai, ai... que maravilha é contemplar tudo isso.

Esse cheiro de terra molhada, de curral limpo,

de vida que recomeça com o canto do dia.


E esse sabor, amigo, vai longe...

Vai até sua casa,

vai chegar no seu lar.

Porque aqui no campo,

o amor também é colhido de manhã cedo. Paulo Franco.

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Prosa poética

 

Prosa poética


A gratidão... ela não é um simples "obrigado" dito por educação. Não. Ela é mais profunda, é um estado de alma. É quando a gente para no meio do corre-corre, olha em volta e, num rompante de lucidez, aprende a dar valor ao que se tem. Ao que já veio e ficou, às cicatrizes que viraram história, à mesa não tão farta, mas compartilhada. E, num ato de coragem, também ao que ainda está por vir, àquela semente que a gente planta no escuro, confiando na chuva e no sol que ainda não viram.


Agora, o reconhecimento... ah, esse é diferente. Esse é a ponte. É o fio que tece a nossa pequenez com a grandeza d'Ele. Não é sobre merecimento, porque merecer... merecer a gente não merece nada. A vida não é uma troca, um sistema de pontos. É sobre graça. Pura e simples.


E aí brota esse sentimento, sabe? É um sentimento lucrativo, no sentido mais rico da palavra. Não lucrativo pro bolso, mas pro espírito. Ele enriquece a alma de uma paz que o mundo não vende. É quando você olha pra um amanhecer, pro abraço inesperado, pro pão de cada dia que apareceu na hora certa, e você tem a certeza. A certeza de que aquilo foi um presente. Um presente embrulhado em mistério, entregue por mãos invisíveis.


É aquele momento de clareza em que você sussurra: "Isso não foi por mim, não foi pela minha força... foi por Ele." E aí, no peito, não cabe gratidão. Cabe é um reconhecimento calado, uma dívida de amor que se paga apenas vivendo, honrando cada presente imerecido.


É isso. Reconhecer é se render à evidência de que somos amados, muito além do que qualquer merecimento poderia alcançar.        Paulo Franco.


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